O Poder Terapêutico dos Gatos

Ontem, 17 de fevereiro, foi o dia mundial do gato.

A data foi criada por uma instituição italiana com o objetivo de ajudar a promover uma campanha contra os maus tratos com gatos. A ideia se espalhou por todo mundo e diversas ONG’s e instituições de apoio aos animais aproveitam esta data para promover a adoção desses bichinhos abandonados e também os de outras espécies, e conscientizar como cuidar bem deles, que é outra meta essencial.


Desde a Antiguidade, o gato é considerado um “ser místico”, capaz de transmutar energias e trazer muitos benefícios a nós humanos.

Diz-se que os felinos ronronam por estarem felizes, porém é mais plausível que o ronronar seja uma forma de comunicação, além de uma fonte potencial de auto-cura dos bichanos.


De acordo com a revista Galileu, o ronronar do gato está entre seus poderes terapêuticos.

As vibrações provocadas pelo ronronar ajudam a curar infecções e a diminuir o inchaço, além de fortalecer nossos ossos.


📍 Mas de onde vem esses superpoderes?

O Ronronar nos gatos está no limite de ser um INFRASSOM.

“Enquanto o ultrassom é feito de ondas curtas e de alta frequência, o infrassom é feito de ondas sonoras consideradas graves, com baixa frequência. Dificilmente é ouvido por humanos que, em média, tem uma audição que capta desde os 30Hz (embora haja casos de gente que possa ouvir frequências menores). Mas o fato de você não ouvir a frequência não quer dizer que ela não possa te afetar. Tigres podem produzir rosnados de 18Hz. Você não percebe o som de imediato, mas sente uma presença que pode te deixar petrificado. Da mesma forma, ruídos produzidos por gatos podem ter um efeito em nossa musculatura - mas, dessa vez, relaxante, promovendo uma série de efeitos benéficos.”


A frequência dessas vibrações - com um alcance entre 20Hz e 150HZ - pode promover o crescimento dos ossos conforme eles enrijecem em resposta à pressão. Outras frequências podem fazer coisas similares aos tecidos. "Ronrons na frequência entre 25 e 100HZ correspondem a frequências estabelecidas de cura na medicina terapêutica para humanos". "Ossos respondem a 25-50Hz, enquanto pele e tecidos moles a cerca de 100Hz, de acordo com pesquisas".


O estudo mostrou também que quem convive com gatos tem 40% menos chance de ter um ataque cardíaco pois acredita-se que ter um felino em casa é relaxante e alivia o estresse - um dos principais fatores de risco dos problemas cardiovasculares.


📍 Os defensores dos cãezinhos não precisam ficar chateados. Os cientistas acreditam que, apesar de seus resultados não mostrarem o mesmo efeito entre donos de cachorros, eles também devem colaborar para a saúde. Eles afirmam que provavelmente havia menos pessoas com cães do que com gatos entre os participantes do estudo, por razões estatísticas.


Quem tem um gatinho em casa podia até não saber de tudo isso mas certamente, já sentiu os inúmeros benefícios da presença do bichano em sua vida, não é? 💚


A gatinha "toda toda" das fotos abaixo é a Berenice da Julia Pedrollo -posando com a Catedral aos fundos 💚


Fonte: Revista Galileu

Fotos: Cafuné Cat Sitter







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